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Atividades Apostólicas
"Do amor esponsal por Cristo nasce a participação ao apostolado universal da Igreja"
 
 
Publicado em 9 de Fevereiro de 2017

 

 

A Igreja deve dar testemunho da misericórdia de Deus revelada em Cristo, ao longo de toda a sua missão de Messias, professando-a em primeiro lugar como verdade salvífica de fé, necessária para a vida em harmonia com a fé; depois, procurando introduzi-la e encarná-la na vida tanto dos fiéis, como, na medida do possível, na de todos os homens de boa vontade. Permanecendo-lhe sempre fiel, a Igreja tem o direito e o dever de apelar para a misericórdia de Deus, implorando-a perante todas as formas do mal físico ou moral, diante de todas as ameaças que tornam carregado o horizonte da humanidade contemporânea (DM 12).

 

Os Servos da Divina Misericórdia, acolhendo tal apelo, promovem no povo de Deus:

 

a) O autêntico culto e a devoção à Divina Misericórdia, professando e proclamando a misericórdia, o mais admirável atributo do Criador e do Redentor, e aproximando os homens das fontes da misericórdia do Salvador, das quais a Igreja é depositária e dispensadora (DM12);

 

b) Um renovado espírito de oração, que é um grito de súplica à Misericórdia de Deus, perante as múltiplas formas de mal que pesam sobre a humanidade e a ameaçam (DM 15), para conduzir a uma autêntica conversão de vida;

 

c) A vida sacramental e de maneira especial a participação consciente e refletida no sacramento da Eucaristia e no sacramento da Penitência ou Reconciliação (DM13), favorecendo a adoração eucarística e a meditação constante da Palavra de Deus;

 

d) A devoção a Maria, Mãe da Divina Misericórdia, e a consagração ao seu Coração Imaculado;

 

e) A vivência da caridade através das Obras de Misericórdia espirituais e corporais, segundo as necessidades específicas dos lugares, atentos aos sinais dos tempos;

 

f) A fidelidade ao Papa, através da total disponibilidade aos serviços apostólicos requeridos pelo Santo Padre, em resposta às exigências particulares da sua pessoa e da Igreja; e ao Magistério da Igreja, com a difusão e a defesa das verdades de fé.

 

A ação apostólica pertence à natureza mesma do Instituto. Por isso toda a vida dos Servos da Divina Misericórdia é imbuída do espírito apostólico e, d'outra parte, toda a ação apostólica é imbuída de espírito religioso.

O apostolado procede sempre através da íntima união com Deus, e, ao mesmo tempo, a confirma e a alimenta.

 A ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realiza em comunhão com ela.

As finalidades gerais realizam-se em todos os âmbitos onde se fizer necessário praticar a misericórdia para com o próximo, sem se fechar a nenhuma possibilidade de ação apostólica aprovada pelas autoridades da Igreja e na plena fidelidade ao seu magistério, mas elas se realizarão especialmente nos seguintes âmbitos de apostolado:

 

 

A) PREGAÇÕES AO POVO

 

A favor de uma nova evangelização e de uma renovação periódica e vigorosa da vida cristã, o Instituto empenha-se em organizar e realizar pregações ao povo professando e proclamando o mistério da misericórdia divina; privilegiando neles também o aspecto mariano, apresentando aos homens a função materna de Maria, Mãe da Misericórdia. 

 

B) EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS E FORMAÇÃO

 

Oferecem a experiência espiritual através de exercícios, retiros espirituais, encontros de oração e a ajuda de formação cristã específica e adapta nos seminários, conventos e casas de formação para religiosos e leigos. A participação deles às iniciativas de oração promovidas pela Igreja local contribuirá a incrementar e enriquecer a vida espiritual de toda comunidade cristã (cf. DCVR 22; PO 18).

 

C) CULTO EUCARÍSTICO

 

Os fiéis, entretendo-se junto a Cristo Senhor na adoração e na participação consciente e refletida da Eucaristia, sacramento da caridade onde Cristo doando-se a si mesmo revela o amor infinito de Deus por cada homem, gozam da sua íntima familiaridade e diante dele abrem o coração para si mesmos, para as pessoas caras e rezam pela paz e salvação do mundo, reparando dessa maneira todos os ultrajes, sacrilégios e indiferenças para com Jesus sob as espécies eucarísticas (cf. DM 13; SCa 1; EM 50). Portanto, os Servos da Divina Misericórdia promovem a adoração Eucarística com uma pregação adequada a fim de que nos corações dos cristãos retornem o amor e o devido respeito a este Sacramento.

 

D) ESPÍRITO DE ORAÇÃO

 

Em nenhum momento e em nenhum período da história, especialmente numa época tão crítica como a nossa, pode a Igreja esquecer a oração que é um grito de apelo à misericórdia de Deus, perante as múltiplas formas do mal que pesam sobre a humanidade e a ameaçam. Está nisto precisamente o fundamental direito-dever da Igreja, em Cristo Jesus: o direito e o dever da Igreja para com Deus e para com os homens (DM 15).

Consciente desta verdade, o Instituto promove no povo de Deus um renovado espírito de oração, para suplicar a misericórdia, segundo as necessidades do homem no mundo contemporâneo e para conduzir a uma autêntica conversão de vida.

 

E) INSTRUMENTOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

A Igreja católica considera seu dever pregar a mensagem de salvação, servindo-se dos meios de comunicação social, e ensina aos homens a usar retamente estes meios. À Igreja, pois, compete o direito nativo de usar e de possuir toda a espécie destes meios, enquanto são necessários ou úteis à educação cristã e a toda a sua obra de salvação das almas.

 

Os Servos da Divina Misericórdia utilizam tais instrumentos, sem demora e com o máximo empenho nas mais variadas formas de apostolado, tal como o exigem as realidades e as circunstâncias do nosso tempo, adiantando-se assim às más iniciativas, especialmente naquelas regiões em que o progresso moral e religioso reclama uma maior atenção, para ajudar o povo de Deus a viver a própria fé cristã, para vencer a ignorância religiosa e combater os erros do tempo (cf. IM 1-3.13).

 

F) FORMAÇÃO CRISTÃ DA JUVENTUDE

 

O homem é o primeiro caminho que a Igreja deve percorrer no cumprimento da sua missão, e isso pressupõe, naturalmente, o verdadeiro amor de predileção para a juventude (IP 14). Por isso, a Igreja atribui especial importância ao período da juventude como etapa chave da vida de toda pessoa (Carta de J. Paulo II aos jovens e às jovens do mundo, 31.3.1985).

Conscientes da ameaça que a falta de valores cristãos representa para a vida de todo jovem e de que a verdade do Evangelho dever ser semeada nos corações deles, com o fim de levá-los a empenhar-se generosamente na vida (cf. IP 14.15), os Servos da Divina Misericórdia favorecem a promoção cristã da juventude através:

-        de missões e encontros vocacionais para ajudar a descobrir a cada um a sua particular chamada por parte de Deus (religiosa, diocesana, matrimonial, etc.);

-        de exercícios, retiros, encontros e palestras adequadas às exigências da idade deles;

-        do cuidado pastoral nos oratórios juvenis;

-        dos instrumentos da comunicação social para favorecer a formação cristã deles.

 

G) EVANGELIZAÇÃO ATRAVÉS DE CARIDADE

 

     (OBRAS DE MISERICÓRDIA)          

«Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia»(Mt 5,7). A Igreja vê nestas palavras um apelo à ação e esforça-se por praticar a misericórdia (DM 14).

A exemplo do Filho de Deus, que se fez servo da humanidade, especialmente dos humildes, dos indigentes e dos últimos da sociedade, os Servos da Divina Misericórdia são homens de caridade e projetam-se no compromisso de um amor misericordioso ativo e concreto para com todo ser humano (cf. NMI 49). Por isso os membros deste Instituto, no seu zelo pelas almas, se inspiram à mesma caridade de Cristo, feita de atenções, ternura, compaixão, acolhimento, disponibilidade, interesse pelos problemas das pessoas (RMi 89).

 

A fidelidade aos próprios compromissos de vida consagrada tornará o seu coração repleto de caridade e será particularmente sensível às formas de pobreza próprias dos tempos, com iniciativas e propostas adequadas.

 

 

H) COOPERAÇÃO À MISSÃO APOSTÓLICA DO S. PADRE

 

Do amor esponsal por Cristo nasce a participação ao apostolado universal da Igreja e à missão da ordem hierárquica (cf. RD 15). Confortados também pela materna preocupação para com a pessoa e a obra do S. Padre, expressa pela Virgem Maria em Fátima, os Servos da Divina Misericórdia querem dar uma especial disponibilidade aos serviços apostólicos requeridos pelo S. Padre, em resposta às exigências particulares da sua pessoa e da Igreja.

Vendo junto com o S. Padre alvorecer uma nova época missionária, colaboram à sua ação missionária para não subtrair-se ao dever supremo de anunciar Cristo a todos os povos (RMi 1;92).

 

 

I) AJUDA AO CLERO

 

Conscientes de que os presbíteros trabalham para a mesma causa, ou seja, para a edificação do Corpo de Cristo, que requer múltiplas atividades e novas adaptações, é de máxima importância que todos os presbíteros, diocesanos ou religiosos, se ajudem mutuamente, para que sejam sempre cooperadores da verdade (PO 8).

Portanto os Servos da Divina Misericórdia ajudam os sacerdotes e os religiosos na formação permanente deles e no ministério deles através de confissões, pregação de tríduos, novenas, exercícios e retiros espirituais. Serão disponíveis para a formação dos aspirantes à vida sacerdotal e consagrada.

 

J) SERVIÇO A IGREJA LOCAL

 

Os Servos da Divina Misericórdia exercem o serviço à Igreja local colaborando em harmonia com os planos pastorais diocesanos. Em vista das necessidades urgentes das almas e da escassez do clero diocesano, avaliem os convites dos bispos locais para aceitar o governo temporário de paróquias, atendendo-se, contudo, à índole e às características próprias da consagração religiosa (CD 33-35; CIC 678).

É a Comunidade religiosa a ser investida, na pessoa do pároco, do governo da paróquia.

O religioso nomeado pároco é penetrado do espírito do seu Instituto e conserva-se fiel à observância da regra e à obediência aos próprios Superiores.

 

 

(Da Regra dos Servos da Divina Misericórdia)

 

 

 

 

 

Sobre nós
 
O Espírito Santo, que renova a face da terra, torna os membros desta Família atentos aos sinais dos tempos e os faz reconhecer no Culto e na Devoção à Divina Misericórdia um dom proveniente do Céu, em graus de curar radicalmente os males que insidiam o homem, sobretudo quando este sofre, quando é ameaçado no próprio coração da sua existência e da sua dignidade (cf. DM 2).
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